quinta-feira, 28 de julho de 2011

MUTICOM 2011

Uma experiência incrível. Foram seis dias de intensa partilha, troca de experiências, aprendizado.
O 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação, promovido pela CNBB, realizado no Rio de Janeiro, foi um momento fraterno diferente. Bispos, Padres, Diáconos, Leigos puderam trocar experiências, partilhar angústias, vivenciar esperanças.
Pela manhã, sempre mesas redondas com discussão de temas pertinentes a comunicação. Na parte da tarde, oficinas variadas.
Quem não foi, terá a oportunidade de ir a Natal, capital do Rio Grande do Norte, em 2013.

Choro e ranger de dentes.

O Evangelho de hoje nos leva a refletir como estamos vivenciando a palavra de Deus.
Esta perícope está dividida em dua partes. A primmeira fala de uma pesca. A segunda, de alguém que sabe esolher o que bom para dar aos filhos.
Da primeira parte, destaco três personagens: a "rede", os peixes; e os anjos. A "rede" representa a palavra de Deus. Os peixes somos nós. E os anjos os pescadores.
Jesus utiliza a imagem da pesca para falar do Reino de Deus. A rede, que é lançada ao mar (mundo) é a palavra de Deus. A Palavra é proclamada para toda a humanidade. Todos, e todas, a recebem da mesma forma. A resposta de cada um é que é diferente: peixes bons e ruins. Os peixes, somos nós. Ao ouvir essa Palavra, cada um de nós responde de uma forma diferente. Uns darão bons frutos; outros, serão o joio: peixes bons e ruins. A diferença é que podemos mudar a resposta que damos a Deus.
Jesus nos deixa a possibilidade de sermos peixes bons ou ruins. A escolha é nossa.
A segunda parte do Evangelho nos fala de um mestre que se torna discípulo do Reino, ou seja, alguém que se converte. Ele consegue atualizar a Palavra de Deus em sua vida e a distribui entre seus filhos. Esse Mestre olha para o passado e vê, no presente, a concretização das promessas contidas na Lei e nos Profetas.
Aprendamos a olhar para o passado para entermos o presente, preparando o nosso futuro para entramos no Reino9 de Deus.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Reino dos Céus é como um........

Como é o reino dos céus? Essa era uma pergunta constante que as pessoas deviam fazer a Jesus.
Entretanto, Jesus jamais disse como era o reino. Ele deu pistas através de parábolas e de coisas boas do dia-a-dia das pessoas. O reino é como um tesouro escondido; o reino é como uma pérola preciosa; o reino e dos que se fazem esquecidos como as crianças; e dos pecadores.
Jesus deu dicas de como é o reino. Isso significa o reino é algo que nos é muito importante. Inclusive para onde direcionamos nosso amor: aquele que ama mais pai, mãe, filhos e filhas não é digno de me seguir. O reino é tudo aquilo que nos move ao encontro da verdade que é Jesus.
Nós nos esforçamos para ter uma parcela do reino. A sua totalidade somente quando Ele voltar.
Esforcemo-nos para colocar nossa vidas na busca do reino dos céus. "De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se vier perder a sua alma?"

segunda-feira, 25 de abril de 2011

"Deus ressuscitou a Jesus"

Queridos amigos e amigas,
Entramos no período pascal. Serão cinquenta dias de comemoração da páscoa. Até a festa de Pentecoste. Vamos curtir Jesus até a vinda do Espírito Santo.
Hoje, na leitura do Atos dos Apóstolos (At 2, 14.22-32), nos versículos 23 e 24 lemos: "Deus, em seu desígnio e previsão, determinou que Jesus fosse entregue pelas mãos dos ímpios, e vós o matastes, pregando-o numa cruz. Mas Deus ressuscitou a Jesus, libertando-o das angústias da morte, porque não era possível que ela o dominasse".
Partilho com vocês algumas reflexões sobre esse pequeno texto.
Nesta perícope, Pedro anuncia Jesus. Veja que ele parte do desígnio de Deus. Não é destino, mas Deus tem sempre um plano para cada um de nós. E muitas vezes fechamos nossos olhos para isso. Mesmo quando rezamos, "seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu" (Pai Nosso), falamos correndo, pos queremos que, na verdade, seja feita a nossa vontade. A vontade de Deus pode não ser a mesma nossa. E ai começa o conflito. Angústia. Desespero.
O desígnio de Jesus era a morte, e morte de cruz, pois só através dela ele poderia ressuscitar. Nossa ressurreição passa pelo sofrimento. Inclusive o sofrimento da morte.
Deus nos liberta das angústias da morte. Pois a morte não nos pode dominar. A morte, colocada no mundo por Adão e Eva, é vencida pelo ressusrreição de Jesus.
Se cremos que Jesus ressuscitou, temos a certeza de nossa ressurreição também.
Prezados e prezadas, aceitar nossos sofrimentos diários, oferece-los a Deus, e ter a certeza de que vamos ressuscitar com Jesus.
Nenhum sofrimento é maior do que a promessa de nosso Deus.
Feliz Páscoa!

domingo, 13 de março de 2011

As Tentações de Jesus

Alguns pontos para nossa meditação. Nada de texto. Apenas alguns parágrafos. O texto utilizado é o de Mateus 4,1-11.

1º. Deserto. O Espírito move Jesus para o deserto. A espírito que havia descido sobre ele no batismo, o conduz ao deserto.
O Desereto é o local da secura. Das feras. Da falta de tudo (inclusive de Deus). Ninguém gosta de ficar no deserto. Jesus é levado para lá. Para o caos.

2º. Mateus diz que Jesus foi posto à prova. Mesmo sendo Deus, era verdadeiramente HOMEM. Deveria ser provado. Da mesma forma que Jó fora fora porvado (Jó 1,9-12).

3º. O tempo é o necessário para se esquecer de Deus num ambiante árido. Sem vida. 40 dias, ou 40 anos.

4º. Diz Mateus que Jesus teve fome. A pior miséria que o ser humano pode ter: a fome. Algumas pessoas se drogam para esquecer a fome, pois ela, a fome, é a mais cruel das misérias humanas. A fome nos faz aceitar qualquer coisa para nos sacriarmos. Inclusive o uso de drogas.

O Diabo, após ver Jesus na sua miséria, vem ao seu encontro. Ele tenta Jesus em três níveis: o da terra; o intermediário; e o mais alto. Dependendo de nossa caminhada espiritual, o diabo nos tenta de uma forma diferente.

Sabendo da fome ele sugere a Jesus que transforme pedra em pão. Sabendo da condição divina de Jesus, e vendo a sua condição humana, ele incita Jesus a usufruir de sua condição de Filho de Deus para intervir na sua história pessoal.
Mas Jesus sabe a que veio, e diz que "não só de pão o homem viverá, mas de toda palavra que vem da boca de Deus. Veja João 4,34b.

Em seguida, o diabo leva Jesus num local santo: o Alto do Templo. Ali é sua casa. O templo. Satanás propoem a Jesus ser um messias fantástico. Ao se jogar do alto do Templo, Deus-Pai o livraria da queda, e todos creriam que ele fosse o filho de Deus.

Por último, ele leva Jesus acima de todos os reinos. No mais alto monte. Jesus que já havia contemplado toda a criação ao lado do Pai e do Espírito, é chamado a ser dono de tudo se se sujeitar ao demônio.
Ele nega tal investida, pois sabe que tudo é dele. Que do Pai veio, e para o Pai voltará.

Queridas irmãs e irmãos, é o primeiro momento de fazermos nossa reflexão. Em que nível estamos: No primeiro, onde deixamos nossas primeira necessidades de nos dominar? No segundo, onde achamos que somos melhores porque vamos à Igreja, rezamos o terço, frequentamos o grupo de oração? Terceiro, Desejamos alcançar o mundo a qualquer custo?

Reflitamos pessoalmente.

Deus nos abençoe

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

É tempo de espera!

Iniciamos ontem o tempo litúrgico do Advento.
Segundo o dicionário de Evanildo Bechara, Advento significa: ação ou efeito de vir; de surgir; chegada. Começo, início. Para o catolicismo, as quatra semanas que anecedem o Natal.
Chegou o momento de espera da vinda do Senhor. Mais do que celebrarmos um acontecimento do passado, o advento nos prepara a segunda vinda do Senhor Jesus. As leituras bíblicas desse período nos levam a meditarmos sobre como estamos vivendo nossa fé.
Celebramos a vida que renasce. A vida que vem. A vida que é. O natal não é apenas um fato histórico passado, mas é uma realidade que celebramos anualmente.
Esperar é viver a fé no hoje.
Sejamos missionários da vida que brota da fé.