segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eclesiástico 27,33-28,9

Queridas irmãs e irmãos,
Não posso deixar de fazer o comentário das leituras de ontem. O tema do perdão é muito caro dentro de nossas comunidades e da nossa vida.
Queremos sempre ser perdoados. Buscamos o sacramento da Penitência. Mas estamos perdoando àqueles que nos ofenderam ("... perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos tem ofendido".)?
Em nossos dias, caiu no lugar comum missas de cura e libertação; orações de cura. Muitos de nossas irmãs e irmãos querem ser curados. Buscam até problemas para oferecer a Deus para serem curadas ou curados.
Mas o livro do Eclesiástico é claro: "Se alguém guarda raiva contra o outro, como poderá pedir a Deus a cura? (Eclo 28,3).
A Palavra de Deus nos ensina que a cura maior é o perdão. Perdoar nos livra de todos os males. A pessoa que vive rancorosa e com raiva traz para si muitos problemas de saúde. Isso já é comprovado pela ciência médica. As pessoas que guardam rancor e raiva sofrem de depressão, estresse, problemas no fígado, no estômago etc. Tantas manifestações fisiológicas da raiva. Se queremos ser pessoas verdadeiramente livres, devemos perdoar. Perdoar sempre. É isso que prometemos a Deus na oração do Pai-nosso.
Olhemos para o Evangelho com certo cuidado. Há alguém acima de nós que nos pode perdoar todas as nossas ofensas, pecados. Mas cabe a nós fazermos o mesmo.
Não deixe essa palavra passar em branco em sua vida. Aproveite a oportunidade que Deus nos tem dado para mudarmos de vida e nos convertermos. Amém.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Comentário: O evangelho de hoje nos fala de Origem. Esse tema é muito importante em nossa vida. De onde viemos? Qual a nossa origem? Como surgiram os planetas? Uma pessoa quando descobre-se adota, sai em busca de sua origem?
Da mesma forma, Jesus tem uma origem. Ele não surge do nada. É Deus. Mas também homem.
O leitura de hoje nos coloca diante de duas origens de Jesus: a histórica e a divina.
Sua origem histórica está ligada ao rei Davi. De geração em geração Mateus nos mostra a importância do reconhecimento de que Ele é aquele que havia sido anunciado pela boca do próprio Rei. Sendo descendente de Davi, ele também é Rei. Sua realeza é uma realeza humana, não perdendo a divina.
A segunda origem de Jesus está na humanidade de sua mãe e de seu pai, mas que o torna divino. A concepção divina de Maria faz de Jesus homem e Deus. O Espírito Santo nos santifica. Nos dá a linhagem divina. Tudo o que o Espírito Santo santifica se torna santo. Por isso, os sacramentos. Na divindida de Jesus, somos também divino, pois somos herdeiros atavés daquele que é Rei. Na Igeja realiza-se a divindade e a humanidade de todos nós. Pertencer à Igreja, e viver a santidade exigida pelos sacramentos, nos torna santos e pessoas humanas mais dignas.
Na festa da Natividade de Nossa Senhora, aprendamos a buscar nossa origem em Deus. A servi-lo como a própra Maria o serviu. Coloquemo-nos diante do Filho e digamos nosso sim, assumindo o mistério da sua encarnação.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida"

Como comunicar os valores evangélicos no mundo de Hoje? Pistas para ação.

Documento de Aparecida: 497. É necessário comunicar os valores evangélicos de maneira positiva e propositiva. São muitos os que se dizem descontentes, não tanto com o conteúdo da doutrina da Igreja, mas com a forma como é apresentada. Para isso, na elaboração de nossos planos pastorais queremos:

a) Favorecer a formação de um laicato capaz de atuar como verdadeiro sujeito eclesial e competente interlocutor entre a Igreja e a sociedade, e entre a sociedade e a Igreja.

b) Otimizar o uso dos meios de comunicação católicos, fazendo-os mais atuantes e eficazes, seja para a comunicação da fé, seja para o diálogo entre a Igreja e a sociedade.

c) Atuar com os artistas, esportistas, profissionais da moda, jornalistas, comunicadores e apresentadores, assim como com os produtores de informação nos meios de comunicação, com os intelectuais, professores, líderes comunitários e religiosos.

d) Resgatar o papel do sacerdote como formador de opinião.

Um coração novo!

(ODRE VELHO)

Naquele tempo, os fariseus e os mestres da Lei disseram a Jesus: “Os discípulos de João, e também os discípulos dos fari­seus, jejuam com frequência e fazem orações. Mas os teus discípulos comem e bebem”. Jesus, porém, lhes disse: “Os convidados de um casamento podem fazer jejum enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão”. Jesus contou-lhes ainda uma parábola: “Ninguém tira retalho de roupa nova para fazer remendo em roupa velha; senão vai rasgar a roupa nova, e o retalho novo não combinará com a roupa velha. Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque, senão, o vinho novo arrebenta os odres velhos e se derrama; e os odres se perdem. Vinho novo deve ser posto em odres novos. E ninguém, depois de beber vinho velho, deseja vinho novo; porque diz: o velho é melhor”.

(ODRE NOVO)


e+Blog

Prezados amigos e amigas,

No dia 17 de setembro teremos o encontro de blogueiros católicos. Faça sua inscrição pelo site www.arquidiocese.org.br e venha participar desse momento de aprofundamento de como estamos utilizando a internet para falarmos de Jesus Cristo.
Você não precisa ter um blog de religião. Mas que assuma sua catolicidade nas informações colocadas em sua página.
Veja o que nos pediram os bispos reunidos em Aparecida: "Queremos felicitar e incentivar a tantos discípulos e missionários de Jesus Cristo que, com sua presença ética coerente, continuam semeando os valores evangélicos nos ambientes onde tradicionalmente se faz cultura e nos novos areópagos: o mundo das comunicações, a construção da paz, o desenvolvimento e a libertação dos povos, sobretudo das minorias, a promoção da mulher e das crianças, a ecologia e a proteção da natureza. E “o vastíssimo areópago da cultura, da experimentação científica, das relações internacionais”.273 Evangelizar a cultura, longe de abandonar a opção preferencial pelos pobres e pelo compromisso com a realidade, nasce do amor apaixonado por Cristo, que acompanha o Povo de Deus na missão de inculturar o Evangelho na história, ardente e infatigável em sua caridade samaritana." (Doc. Ap 409)